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Amazônia | QuickiWiki

Amazônia

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Overview

Amazônia

Fotografia aérea de uma pequena parte da Amazônia brasileira próxima à Manaus, Amazonas.
Bioma Floresta tropical
Área 5 500 000 km²
Países
Rios Amazonas
Ponto mais alto 2 993 metros (Pico da Neblina)
Mapa da ecorregião amazônica definida pelo WWF. A linha amarela abrange cerca de bacia de drenagem da Amazônia. As fronteiras nacionais estão mostradas em preto. Imagem de satélite da NASA.

Mapa da ecorregião amazônica definida pelo WWF. A linha amarela abrange cerca de bacia de drenagem da Amazônia. As fronteiras nacionais estão mostradas em preto. Imagem de satélite da NASA.




Fotografia aérea de uma pequena parte da Amazônia brasileira próxima à Manaus, Amazonas. - Amazônia
Fotografia aérea de uma pequena parte da Amazônia brasileira próxima à Manaus, Amazonas.

A Amazônia (português brasileiro) ou Amazónia (português europeu) (também chamada de Floresta Amazônica, Selva Amazônica, Floresta Equatorial da Amazônia, Floresta Pluvial ou Hileia Amazônica) é uma floresta latifoliada úmida que cobre a maior parte da Bacia Amazônica da América do Sul. Esta bacia abrange sete milhões de quilômetros quadrados, dos quais cinco milhões e meio de quilômetros quadrados são cobertos pela floresta tropical. Esta região inclui territórios pertencentes a nove nações. A maioria das florestas está contida dentro do Brasil, com 60 por cento da floresta, seguido pelo Peru com 13 por cento e com pequenas quantidades na Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e França (Guiana Francesa). Estados ou departamentos de quatro nações têm o nome de Amazonas por isso. A Amazônia representa mais da metade das florestas tropicais remanescentes no planeta e compreende a maior biodiversidade em uma floresta tropical no mundo. É um dos seis grandes biomas brasileiros.

No Brasil, para efeitos de governo e economia, a Amazônia é delimitada por uma área chamada "Amazônia Legal" definida a partir da criação da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), em 1966. É chamado também de Amazônia o bioma que, no Brasil, ocupa 49,29% do território e abrange três (Norte, Nordeste e Centro-Oeste) das cinco divisões regionais do país, sendo o maior bioma terrestre do país. Uma área de seis milhões de hectares no centro de sua bacia hidrográfica, incluindo o Parque Nacional do Jaú, foi considerada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, em 2000 (com extensão em 2003), Patrimônio da Humanidade.

A Floresta Amazônica foi pré-selecionada em 2008 como candidata a uma das Novas 7 Maravilhas da Natureza pela Fundação Sete maravilhas do mundo moderno. Em fevereiro de 2009, a Amazônia foi classificada em primeiro lugar no Grupo. E, a categoria para as florestas, parques nacionais e reservas naturais.[1]

Etimologia

O nome "Amazônia" deriva das amazonas, mulheres guerreiras da Mitologia grega. Segundo a lenda, as amazonas pertenciam a uma tribo, comandada por Hipólita, que não aceitava homens: as crianças de sexo masculino eram mortas ao nascer. Amazona significa a=sem, mazôn=centro ou sem centro, em grego [carece de fontes?]. Quando Francisco de Orellana[2] desceu o rio em busca de ouro, descendo os Andes em 1541, deparou-se com as índias icamiabas. A belicosa vitória das icamiabas contra os invasores espanhóis foi tamanha que o fato foi narrado ao rei Carlos V de Habsburgo, o qual, inspirado nas guerreiras hititas [3] ou amazonas, batizou o rio de "Amazonas". "Amazonas" é o nome dado pelos gregos às mulheres guerreiras. O termo "Amazônia", no sentido de região, foi utilizado pela primeira vez em "O País das Amazonas", do barão Santa Anna Néri (1899).

História

Parte da amazônia brasileira em área próxima à Manaus. - Amazônia
Parte da amazônia brasileira em área próxima à Manaus.

A floresta provavelmente se formou durante o período Eoceno. Ela apareceu na sequência de uma redução global das temperaturas tropicais do Oceano Atlântico, quando ele tinha alargado o suficiente para proporcionar um clima quente e úmido para a bacia amazônica. A floresta tropical tem existido por pelo menos 55 milhões de anos e a maior parte da região permaneceu livre por biomas do tipo savanas por, pelo menos, até a Era do Gelo Atual, quando o clima era mais seco e as savanas mais generalizadas.[4] [5]

Após o evento da Extinção Cretáceo-Paleogeno, a subsequente extinção dos dinossauros e o clima mais úmido permitiram que a floresta tropical se espalhasse por todo o continente. Entre 65-34 milhões de anos atrás, a floresta se estendia até o sul do Paralelo 45 S. Flutuações climáticas durante os últimos 34 milhões anos têm permitido que as regiões de savana se expandam para os trópicos. Durante o período Oligoceno, por exemplo, a floresta tropical atravessou a faixa relativamente estreita que ficava em sua maioria acima da latitude 15 °N. Expandiu-se novamente durante o Mioceno Médio e, em seguida recolheu-se a uma formação na maior parte do interior no último máximo glacial.[6] No entanto, a floresta ainda conseguiu prosperar durante estes períodos glaciais, permitindo a sobrevivência e a evolução de uma ampla diversidade de espécies.[7]

Durante Mioceno Médio, acredita-se que a bacia de drenagem da Amazônia foi dividida ao longo do meio do continente pelo Arco de Purus. A água no lado oriental fluiu para o Atlântico, enquanto a água a oeste fluiu em direção ao Pacífico através da Bacia do Amazonas. Com o crescimento do Andes, no entanto, uma grande bacia foi criada em um lago fechado, agora conhecida como a Bacia do Solimões. Dentro dos últimos 5-10 milhões de anos, esta acumulação de água rompeu o Arco de Purus, juntando-se em um fluxo único em direção ao leste do Atlântico.[8] [9]

Há evidências de que tenha havido mudanças significativas na vegetação da floresta tropical amazônica ao longo dos últimos 21 000 anos através do Último Máximo Glacial e a subsequente deglaciação. Análises de depósitos de sedimentos de paleolagos da Bacia do Amazonas indicam que a precipitação na bacia durante o UMG foi menor do que a atual e isso foi quase certamente associado com uma cobertura vegetal tropical úmida reduzida na bacia.[10] Não há debate, no entanto, sobre quão extensa foi essa redução. Alguns cientistas argumentam que a floresta tropical foi reduzida para pequenos e isolados refugia, separados por floresta aberta e pastagens;[11] outros cientistas argumentam que a floresta tropical permaneceu em grande parte intacta, mas muito se estendeu muito menos para o norte, sul e leste do que é visto hoje.[12] Este debate tem-se revelado difícil de resolver porque as limitações práticas de trabalho na floresta tropical significam que a amostragem de dados é tendenciosa de acordo com a distância do centro da bacia amazônica e ambas as explicações são razoavelmente bem apoiadas pelos dados disponíveis.

Presença humana

Com base em evidências arqueológicas de uma escavação em Caverna da Pedra Pintada, habitantes humanos se estabeleceram na região amazônica pelo menos há 11 200 anos atrás.[13] O desenvolvimento posterior levou a assentamentos pré-históricos tardios ao longo da periferia da floresta em 1.250 AD, o que induziu a alterações na cobertura florestal.[14]

Geoglifos em terras desmatadas na floresta amazônica do Acre, no Brasil - Amazônia
Geoglifos em terras desmatadas na floresta amazônica do Acre, no Brasil

Durante muito tempo, pensou-se que a floresta amazônica havia sido sempre pouco povoada, já que seria impossível sustentar uma grande população através da agricultura, devido à pobreza do solo da região. A arqueóloga Betty Meggers foi uma importante defensora desta ideia, tal como descrito em seu livro "Amazônia: Homem e Cultura em um paraíso falsificado". Ela alegou que uma densidade populacional de 0,2 habitantes por quilômetro quadrado era o máximo que poderia ser sustentado pela floresta tropical através da caça, sendo a agricultura necessária para acolher uma população maior.[15] No entanto, recentes descobertas antropológicas têm sugerido que a região amazônica realmente chegou a ser densamente povoada. Cerca de 5 milhões de pessoas podem ter vivido na Amazônia no ano de 1500, divididos entre densos assentamentos costeiros, tais como em Marajó, e moradores do interior. Em 1900, a população tinha caído para 1 milhão e, no início dos anos 1980, era inferior a 200 000 pessoas.[16]

O primeiro europeu a percorrer o comprimento do rio Amazonas foi o espanhol Francisco de Orellana em 1542.[17] O programa Unnatural Histories, da BBC, apresenta evidências de que Orellana, ao invés de exagerar em seus relatos, como se pensava anteriormente, estava correto em suas observações de que uma civilização complexa estava florescendo ao longo da Amazônia na década de 1540. Acredita-se que a civilização mais tarde foi devastada pela propagação de doenças provenientes da Europa, como a varíola.[18]

Desde os anos 1970, vários geoglifos foram descobertos em terras desmatadas datados entre o ano 0 e 1250, impulsionando alegações sobre civilizações pré-colombianas.[19] [20] Alceu Ranzi, geógrafo brasileiro, é creditado pela primeira descoberta de geoglifos enquanto sobrevoava o estado do Acre.[21] A rede BBC apresentou provas de que a floresta amazônica, em vez de ser uma selva virgem, foi moldada pelos humanos há pelo menos 11 000 anos, através de práticas como a jardinagem florestal e a terra preta.[18]

A terra preta está distribuída por grandes áreas da floresta amazônica e é agora amplamente aceita como um produto resultante do manejo do solo pelos indígenas. O desenvolvimento deste solo fértil permitiu a agricultura e a silvicultura no antigo ambiente hostil, o que significa que grande parte da floresta amazônica é, provavelmente, o resultado de séculos de intervenção humana, mais do que um processo natural, como havia sido previamente suposto.[22] Na região das tribos do Xingu, restos de alguns destes grandes assentamentos no meio da floresta amazônica foram encontrados em 2003 por Michael Heckenberger e seus colegas da Universidade da Flórida. Entre os achados, estavam evidências de estradas, pontes e praças de grande porte.[23]

Geografia

Imagem de satélite da floresta Amazônica - Amazônia
Imagem de satélite da floresta Amazônica

A Amazônia é uma das três grandes florestas tropicais do mundo e a maior floresta delas, enquanto perde em tamanho para a taiga siberiana que é uma floresta de coníferas, árvores em forma de cones, os pinheiros.[carece de fontes?]

A floresta Amazônica possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas largas, situadas a aproximadamente 30 metros acima do solo. A maior parte de seus cinco milhões de quilômetros quadrados, ou 42 por cento do território brasileiro, é composta por uma floresta que nunca se alaga, em uma planície de 130 a 200 metros de altitude, formada por sedimentos do lago Belterra, que ocupou a bacia Amazônica entre 1,8 milhões e 25 mil anos atrás. Ao tempo em que os Andes se erguiam, os rios cavaram seu leito.[carece de fontes?]

Clima

No Pleistoceno o clima da Amazônia alternou-se entre frio-seco, quente-úmido e quente-seco. Na última fase frio-seca, há cerca de 18 ou 12 mil anos, o clima amazônico era semi-árido, e o máximo de umidade ocorreu há sete mil anos. Na fase semi-árida, predominaram as formações vegetais abertas, como cerrado e caatinga, com "refúgios" onde sobrevivia a floresta. Atualmente o cerrado subsiste em abrigos no interior da mata.[carece de fontes?]

Atualmente, o clima na floresta Amazônica é equatorial, quente e úmido, devido à proximidade à Linha do Equador (contínua à Mata Atlântica), com a temperatura variando pouco durante o ano. As chuvas são abundantes, com as médias de precipitação anuais variando de 1 500 mm a 1 700 mm, podendo ultrapassar 3 000 mm na foz do rio Amazonas e no litoral do Amapá. O período chuvoso dura seis meses.[carece de fontes?]

Solo

O solo amazônico é bastante pobre, contendo apenas uma fina camada de nutrientes. Contudo, a flora e fauna mantêm-se em virtude do estado de equilíbrio (clímax) atingido pelo ecossistema. O aproveitamento de recursos é ótimo, havendo o mínimo de perdas. Um claro exemplo está na distribuição acentuada de micorrizas pelo solo, que garantem às raízes uma absorção rápida dos nutrientes que escorrem da floresta com as chuvas. Também, forma-se no solo uma camada de decomposição de folhas, galhos e animais mortos, rapidamente convertidos em nutrientes e aproveitados antes da lixiviação. Tal conversão dá-se pelo fato de os fungos ali encontrados serem saprofíticos.[carece de fontes?]

Biodiversidade

Araracanga, ave natural da América tropical - Amazônia
Araracanga, ave natural da América tropical

Florestas tropicais úmidas são biomas muito biodiversos e as florestas tropicais da América são consistentemente mais biodiversas do que as florestas úmidas da África e Ásia.[24] Como a maior extensão de floresta tropical da América, as florestas tropicais da Amazônia têm inigualável biodiversidade. Um em cada dez espécies conhecidas no mundo vive na Floresta Amazônica.[25] Esta constitui a maior coleção de plantas vivas e espécies animais no mundo.

A região é o lar de cerca de 2,5 milhões de espécies de insetos,[26] dezenas de milhares de plantas e cerca de 2 000 aves e mamíferos. Até o momento, pelo menos 40 000 espécies de plantas, 3 000 de peixes, 1 294 aves, 427 mamíferos, 428 anfíbios e 378 répteis foram classificadas cientificamente na região.[27] Um em cada cinco de todos os pássaros no mundo vivem nas florestas tropicais da Amazônia. Os cientistas descreveram entre 96 660 e 128 843 espécies de invertebrados só no Brasil.[28]

A diversidade de espécies de plantas é a mais alta da Terra, sendo que alguns especialistas estimam que um quilômetro quadrado amazônico pode conter mais de mil tipos de árvores e milhares de espécies de outras plantas superiores. De acordo com um estudo de 2001, um quarto de quilômetro quadrado de floresta equatoriana suporta mais de 1 100 espécies de árvores.[29]

Um quilômetro quadrado de floresta amazônica pode conter cerca de 90 790 toneladas métricas de plantas vivas. A biomassa da planta média é estimada em 356 ± 47 toneladas ha−1.[30] Até o momento, cerca de 438 mil espécies de plantas de interesse econômico e social têm sido registradas na região, com muitas mais ainda a serem descobertas ou catalogadas.[31]

O desmatamento na Amazônia ameaça muitas espécies de rãs de árvore, que são muito sensíveis às mudanças ambientais. Na imagem, o Dendrobates leucomelas. - Amazônia
O desmatamento na Amazônia ameaça muitas espécies de rãs de árvore, que são muito sensíveis às mudanças ambientais. Na imagem, o Dendrobates leucomelas.

A área foliar verde das plantas e árvores na floresta varia em cerca de 25 por cento, como resultado de mudanças sazonais. Essa área expande-se durante a estação seca quando a luz solar é máxima, então sofre uma abscisão durante a estação úmida nublada. Estas mudanças fornecem um balanço de carbono entre fotossíntese e respiração.[32]

A floresta contém várias espécies que podem representar perigo. Entre as maiores criaturas predatórias estão o jacaré-açu, onça-pintada (ou jaguar), suçuarana (ou puma) e a sucuri. No rio Amazonas, enguias elétricas podem produzir um choque elétrico que pode atordoar ou matar, enquanto que as piranhas são conhecidas por morder e machucar seres humanos. Em suas águas, também é possível se observar um dos maiores peixes de água doce do mundo, o pirarucu.[33] Várias espécies de sapos venenosos secretam toxinas lipofílicas alcalóides através de sua carne. Há também inúmeros parasitas e vetores de doenças. Morcegos-vampiros habitam na floresta e podem espalhar o vírus da raiva.[34] Malária, febre amarela e dengue também podem ser contraídas na região amazônica.

A fauna e flora amazônicas foram descritas no impressionante Flora Brasiliensis (15 volumes), de Carl von Martius, naturalista austríaco que dedicou boa parte de sua vida à pesquisa da Amazônia, no século XIX. Todavia, a diversidade de espécies e a dificuldade de acesso às copas elevadas tornam ainda desconhecida grande parte das riquezas faunísticas.

Vegetação

Paisagem da Amazônia a oeste de Manaus, no Brasil - Amazônia
Paisagem da Amazônia a oeste de Manaus, no Brasil

A Amazônia é uma das três grandes florestas tropicais do mundo. A hileia amazônica (como a definiu Alexander von Humboldt) possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas, situadas a aproximadamente 50 metros do solo.

Existem três tipos de floresta da Amazônia. As duas últimas formam a Amazônia brasileira: florestas montanhosas andinas, florestas de terra firme e florestas fluviais alagadas. A floresta de terra firme, que não difere muito da floresta andina, exceto pela menor densidade, está localizada em planaltos pouco elevados (30-200 metros) e apresenta um solo extremamente pobre em nutrientes. Isto forçou uma adaptação das raízes das plantas, que, através de uma associação simbiótica com alguns tipos de fungos, passaram a decompor rapidamente a matéria orgânica depositada no solo, a fim de absorver os nutrientes antes deles serem lixiviados. A floresta fluvial alagada também apresenta algumas adaptações às condições do ambiente, como raízes respiratórias, que possuem poros que permitem a absorção de oxigênio atmosférico. As áreas localizadas em terrenos baixos e sujeitos a inundações periódicas por águas brancas ou turvas, provenientes de rios de regiões ricas em matéria orgânica, são chamadas de florestas de várzea. E as áreas alagadas por águas escuras, que percorrem terras arenosas e pobres em minerais e que assumem uma coloração escura devido à matéria orgânica presente, são chamadas de florestas de igapó. A oscilação do nível das águas pode chegar a até dez metros de altura.

A dificuldade para a entrada de luz pela abundância de copas faz com que a vegetação rasteira seja muito escassa na Amazônia, bem como os animais que habitam o solo e precisam desta vegetação. A maior parte da fauna amazônica é composta de animais que habitam as copas das árvores, entre 30 e 50 metros.

A diversidade de espécies, porém, e a dificuldade de acesso às altas copas, faz com que grande parte da fauna ainda está desconhecida. A fauna e flora amazônicas foram descritas no impressionante Flora Brasiliensis (15 volumes), de Carl von Martius, naturalista austríaco que dedicou boa parte de sua vida à pesquisa da Amazônia, no século XIX.

A Vegetação da Amazônia A Amazônia não é homogênea. Ao contrário, ela é formada por um mosaico de hábitats bastante distintos. A diversidade de hábitats inclui as florestas de transição, as matas secas e matas semidecíduas; matas de bambu (Guadua spp.), campinaranas, enclaves de cerrado, buritizais, florestas inundáveis (igapó e várzea), e a floresta de terra firme.

Rio Amazonas

O rio Amazonas é um grande rio sul-americano que nasce na Cordilheira dos Andes, no lago Lauri ou Lauricocha, no Peru e desagua no Oceano Atlântico, junto à Ilha do Marajó, no Brasil. Ao longo de seu percurso, ele recebe os nomes Tunguragua, Apurímac, Marañón, Ucayali, Amazonas (a partir da junção do rios Marañon e Ucayali, no Peru), Solimões e novamente Amazonas (a partir da junção do rios Solimões e Negro, no Brasil). Por muito tempo, se acreditou ser o Amazonas o rio mais caudaloso do mundo e o segundo em comprimento,[35] porém pesquisas recentes o apontam também como o rio mais longo do mundo..[35] [36] É o rio com a maior bacia hidrográfica do mundo, ultrapassando os 7 milhões de quilômetros quadrados, grande parte deles de selva tropical.

A área coberta por água no Rio Amazonas e seus afluentes mais do que triplica durante as estações do ano. Em média, na estação seca, 110 000 km² estão submersas, enquanto que, na estação das chuvas, essa área chega a ser de 350 000 km². No seu ponto mais largo, atinge, na época seca, 11 km de largura, que se transformam em 45 km na estação das chuvas.

Desmatamento

O desmatamento é a conversão de áreas florestais para áreas não florestadas. As principais fontes de desmatamento na Amazônia são assentamentos humanos e o desenvolvimento da terra.[37] Antes do início dos anos 1960, o acesso ao interior da floresta era muito restrito e a floresta permaneceu basicamente intacta.[38] Fazendas estabelecidas durante a década de 1960 eram baseados no cultivo e corte e no método de queimar. No entanto, os colonos eram incapazes de gerir os seus campos e culturas por causa da perda de fertilidade do solo e a invasão de ervas daninhas.[39] Os solos da Amazônia são produtivos por apenas um curto período de tempo, o que faz com que os agricultores estejam constantemente mudando-se para novas áreas e desmatando mais florestas.[39] Estas práticas agrícolas levaram ao desmatamento e causou extensos danos ambientais..[40] O desmatamento é considerável e áreas desmatadas de floresta são visíveis a olho nu do espaço exterior.

Entre 1991 e 2000, a área total de floresta perdida na Amazônia subiu de 415 000 para 587 000 quilômetros quadrados, com a maioria da floresta desmatada sendo transformada em pastagens para o gado.[41] Setenta por cento das terras anteriormente florestadas da Amazônia e 91% das terras desmatadas desde 1970 é usada para pastagem de gado.[42] [43] Além disso, o Brasil é atualmente o segundo maior produtor mundial de soja depois dos Estados Unidos. As necessidades dos agricultores de soja têm sido usadas ​​para validar muitos dos projetos de transporte controversos que estão atualmente em desenvolvimento na Amazônia. As duas primeiras rodovias com sucesso abriram a floresta tropical e levaram ao aumento do desmatamento. A taxa de desmatamento médio anual entre 2000 e 2005 (22.392 km² por ano) foi 18% maior do que nos últimos cinco anos (19.018 km² por ano).[44] O desmatamento tem diminuído significativamente na Amazônia brasileira desde 2004.[45]

Entretanto, segundo o relatório Assessment of the Risk of Amazon Dieback feito pelo Banco Mundial, cerca de 75 por cento da floresta pode ser perdido até 2025.[carece de fontes?] Em 2075, pode restar apenas 5 por cento de florestas no leste da Amazônia.[carece de fontes?] O processo é resultado de desmatamento, mudanças climáticas e queimadas.[carece de fontes?]

Cultura

Lendas

Diversas são as lendas relacionadas à Amazônia. O Eldorado, uma cidade cujas construções seriam todas feitas de ouro maciço e cujos tesouros existiriam em quantidades inimagináveis, e o lago Parima (supostamente a Fonte da juventude). Provavelmente estas duas lendas referem-se à existência real do Lago Amaçu, que tinha uma pequena ilha coberta de xisto micáceo, um material que produz forte brilho ao ser iluminado pela luz do sol e que produzia a ilusão de riquezas aos europeus.

Ver também

Referências

Origin and Evolution of Tropical Rain Forests
Robert J. Morley (2000)
Provides the first comprehensive review of the evolution of tropical rain forests on a continent by continent basis, within an up-to-date tectonic, palaeogeographical and palaeoclimatic framework primarily by reference to the record of fossil pollens and spores.Although tropical rain forests form the world's most species-rich ecosystems, their origin and history remain unclear, except on the very short timescale of the last 40,000 years or so. This book looks at their history on a long term geological and global timescale, commencing with the origin of the angiosperms over 100 million years ago which today overwhelmingly dominate the forests. It also establishes the age of the great tropical rain forest blocks and identifies the world s oldest tropical rain forests. Finally, it compares 20th Century tropical rain forest destruction with prehistoric forest clearance in temperate regions, and looks for analogues of the present phase of destruction within the geological record before considering long term implications of total rain forest destruction.The book draws on previously unpublished palynological data generated for petroleum companies during the course of hydrocarbon exploration programmes.It will be of interest to all concerned with tropical rain forests, especially biologists, botanists, ecologists, and students of evolution. It will be invaluable for postgraduates, and advanced undergraduates, as well as stratigraphers, palaeobotainists, palynologists, and petroleum geologists.
Tropical Forests and Global Atmospheric Change (Oxford Biology)
(2005)
Tropical forests represent the world's most biodiverse ecosystems and play a key role in hydrology, carbon storage and exchange. Many of the human-induced pressures these regions are facing, e.g. fragmentation and deforestation, have been widely reported and well documented. However, there have been surprisingly few efforts to synthesize cutting-edge science in the area of tropical forest interaction with atmospheric change. At a time when our global atmosphere is undergoing a period of rapid change, both in terms of climate and in the cycling of essential elements such as carbon and nitrogen, a thorough and up-to-date analysis is now timely. This research level text, suitable for graduate level students as well as professional researchers in plant ecology, tropical forestry, climate change science, and conservation biology, explores the vigorous contemporary debate as to how rapidly tropical forests may be affected by atmospheric change, and what this may mean for their future.
Explorers of the Amazon
Anthony Smith (1994)
Explorers of the Amazon vividly describes how European explorers such as Pedro Cabral, Francisco De Orellana, Lope de Aguirre, and Madame Godin encountered the vast wilderness of the Amazon basin; how they searched, exploited, and fought over its riches; and what they learned and failed to learn through four centuries of adventure. Anthony Smith not only enriches this history with fascinating geographical, political, and scientific details but also gives a strong warning to those who continue to exploit this great river's resources."The history of Amazonian exploration, wonderfully told by Anthony Smith, is awash with madness—an extravagant mixture of the malevolent and the miraculous."—Stephen Mills, Times Literary Supplement
Lessons from Amazonia: The Ecology and Conservation of a Fragmented Forest
(2001)
Deforestation is occurring at an alarming rate in many parts of the world, causing destruction of natural habitat and fragmentation of what remains. Nowhere is this problem more pressing than in the Amazon rainforest, which is rapidly vanishing in the face of enormous pressure from humans to exploit it. This book presents the results of the longest-running and most comprehensive study of forest fragmentation ever undertaken, the Biological Dynamics of Forest Fragments Project (BDFFP) in central Amazonia, the only experimental study of tropical forest fragmentation in which baseline data are available before isolation from continuous forest took place. A joint project of Brazil's National Institute for Research in Amazonia and the U.S. Smithsonian Institution, the BDFFP has investigated the many effects that habitat fragmentation has on plants, invertebrates, and vertebrates. The book provides an overview of the BDFFP, reports on its case studies, looks at forest ecology and tree genetics, and considers what issues are involved in establishing conservation and management guidelines.
Deforesting the Earth: From Prehistory to Global Crisis, An Abridgment
Michael Williams (2006)
“Anyone who doubts the power of history to inform the present should read this closely argued and sweeping survey. This is rich, timely, and sobering historical fare written in a measured, non-sensationalist style by a master of his craft. One only hopes (almost certainly vainly) that today’s policymakers take its lessons to heart.”—Brian Fagan, Los Angeles Times Published in 2002, Deforesting the Earth was a landmark study of the history and geography of deforestation. Now available as an abridgment, this edition retains the breadth of the original while rendering its arguments accessible to a general readership.  Deforestation—the thinning, changing, and wholesale clearing of forests for fuel, shelter, and agriculture—is among the most important ways humans have transformed the environment. Surveying ten thousand years to trace human-induced deforestation’s effect on economies, societies, and landscapes around the world, Deforesting the Earth is the preeminent history of this process and its consequences. Beginning with the return of the forests after the ice age to Europe, North America, and the tropics, Michael Williams traces the impact of human-set fires for gathering and hunting, land clearing for agriculture, and other activities from the Paleolithic age through the classical world and the medieval period. He then focuses on forest clearing both within Europe and by European imperialists and industrialists abroad, from the 1500s to the early 1900s, in such places as the New World, India, and Latin America, and considers indigenous clearing in India, China, and Japan.  Finally, he covers the current alarming escalation of deforestation, with our ever-increasing human population placing a potentially unsupportable burden on the world’s forests.
Livestock's Long Shadow: Environmental Issues and Options
Food and Agriculture Organization of the United Nations (2006)
This report aims to assess the full impact of the livestock sector on environmental problems, along with potential technical and policy approaches to mitigation. The assessment is based on the most recent and complete data available, taking into account direct impacts, along with the impacts of feed crop agriculture required for livestock production. The livestock sector emerges as one of the top two or three most significant contributors to the most serious environmental problems, at every scale from local to global. The findings of this report suggest that it should be a major policy focus when dealing with problems of land degradation, climate change and air pollution, water shortage and water pollution, and loss of biodiversity. Livestock's contribution to environmental problems is on a massive scale and its potential contribution to their solution is equally large. The impact is so significant that it needs to be addressed with urgency. Major reductions in impact could be achieved at reasonable cost. Also published in Spanish.
Causes of Deforestation of the Brazilian Amazon (World Bank Working Papers)
Sergio Margulis (2003)
'Causes of Deforestation of the Brazilian Amazon' is part of the World Bank Working Paper series. The report suggests that, in contrast to the 1970s and 1980s, when occupation of Brazilian Amazonia was largely induced by government policies and subsidies, recent deforestation in significant parts of the region is basically caused by medium- and large-scale cattle ranching. Among the causes of the transformation are technological and managerial changes and the adaptation of cattle ranching to the geo-ecological conditions of eastern Amazonia, which allowed for productivity gains and cost reductions. The fact that cattle ranching is viable from the private perspective does not mean that the activity is socially desirable nor environmentally sustainable. Private gains need to be contrasted with the environmental (social) costs associated with cattle ranching and deforestation. It is also argued that the private benefits from large-scale cattle ranching are largely exclusive, having contributed little to alleviate social and economic inequalities. However, decreases in the price of beef in national markets and increases in exports caused by the expansion of cattle ranching in Eastern Amazonia may imply social benefits that go beyond sectoral and regional boundaries. The paper provides a social evaluation of deforestation in Brazilian Amazonia by, on the one hand, identifying the main agents involved in the process, the economic motives behind their activities and their possible economic returns and, on the other hand, undertaking a monetary evaluation of the economic (social) costs of deforestation while making some comparisons with sustainable forest management. It presents and compares a number of different scenarios and proposes recommendations for the region.
  1. New 7 Wonders of the Word: Live Ranking
  2. As irmãs selvagens de Pentesileia
  3. Curando a Guerreira Ferida
  4. Morley, Robert J.. Origin and Evolution of Tropical Rain Forests. [S.l.]: Wiley, 2000. ISBN 0471983268
  5. Burnham, Robyn J.; Johnson, Kirk R.. (2004). "South American palaeobotany and the origins of neotropical rainforests". Philosophical Transactions of the Royal Society 359 (1450): 1595–1610 pp.. DOI:10.1098/rstb.2004.1531. PMID 15519975.
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